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Médicos e hospitais estão sobrecarregados em Beirute

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o Líbano só assinou o acordo final para 2,1 milhões de doses da vacina Pfizer-BioNtech no domingo (17). Imagem: Issam Abdallah

O mundo inteiro está travando uma luta contra a pressão da Covid-19, mas nenhum outro país está enfrentando tantos desafios como o Líbano.

Trabalhadores de saúde estão exaustos, atuando na linha de frente, eles pedem para que os cidadãos fiquem em casa e evitem aglomerações.

Os hospitais estão lotados e sem leitos para novos pacientes no pronto-atendimento e nas Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). É possível ver pacientes esperando nas calçadas do lado de fora dos hospitais de Beirute.

Além da pandemia, o Líbano vive um colapso financeiro e a grande tragédia no porto de Beirute, devastou ainda mais o sistema de saúde.

O presidente do Sindicato de Médicos do Líbano, Charaf Abou Charaf, diz que o país enfrenta um grande desafio para conter o avanço da doença, “é uma catástrofe atrás da outras”, explica Charaf.

Até o próximo dia 25 de janeiro, o Líbano vive um toque de recolher de 24 horas, mas segundo Charaf, essa medida veio tarde e deixou o país em estado de emergência.